Amor Ilimitado

Ef 3.17-19 – “Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” 

      O Eterno, o Soberano, criador do universo quis ter filhos.  Não lhe bastavam criaturas, seres viventes.  Ele queria alguém para compartilhar seu amor, sua bondade, vontade, sua vida. 

      Tamanha era sua glória que resolveu compartilhá-la com mais alguém. 

      Ao criar o homem, o fez de uma forma ímpar.  Criou-o com sua imagem e semelhança.  Queria que o homem se multiplicasse e enchesse a terra de homens com a imagem e semelhança de Deus. 

      O homem caiu, se estragou, e tornou impossível dar cumprimento à vontade de Deus (Rm 3.12), pois passou a gerar filhos com sua imagem caída – “E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete.” (Gn 5.3) 

      Com o pecado o homem se perdeu.  O que fez Deus? 

      Criar o homem, dando-lhe sua imagem e semelhança; dando-lhe seu Espírito, compartilhando sua natureza reta e santa foi algo maravilhoso, grandioso.  Mas Ele foi muito além. 

      Além de fazer o homem semelhante a si, por causa da queda, Ele se fez semelhante ao homem. Se fez barro, pequeno e humilde.  Fazer o homem igual a si foi pouco; Ele se fez igual ao homem. 

      Tudo isso fez por puro amor. Amor por você. Se esvaziou porque pensava em você. 

      O criador, o Deus do universo, o Verbo eterno se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14). 

      Estando aqui como homem, foi tentado. O diabo lhe ofereceu reinos, a glória deste mundo. Mas, Ele estava pensando em você. Não pensava em outra coisa. 

      A cruz e sua separação do Pai era um martírio, mas Ele pensou em você. 

Hb 12.2 – “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. 

      O amor de Cristo por nós vai muito além do que podemos imaginar. 

      Ele sabia que estávamos perdidos e condenados por causa de nossos pecados.  Ele queria nos perdoar, mas não podia simplesmente ignorá-los ou dizer: “perdoados estão os teus pecados”.   Todos nós tínhamos uma grande dívida sem quitar. 

      Deus é amor, mas é justiça.  Ele estabeleceu que se Adão comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, certamente morreria (Gn 2.17). 

      Em Ezequiel 18.20 está registrado: “a alma que pecar, essa morrerá”. 

      Paulo afirma que o pecado entrou por um homem e passou para todos os seus descendentes. Assim, todos pecaram. Confira: 

Rm 5.12 – “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” 

      Havia uma grande dívida inscrita em um título. Alguém precisava quitá-lo. 

      Assim, para que o Senhor pudesse perdoar nossa dívida era necessário que Ele mesmo a pagasse, para poder, depois, rasgar o título. 

      Foi isso o que Ele fez. 

Cl 2.14 – “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.” 

      Jesus tomou o teu lugar, o meu lugar na cruz e no sofrimento.  Isso  custou sua vida.  As marcas da cruz em suas mãos não se apagarão – são as marcas de um amor indescritível. 

      Fez isso porque pensava em você naquela cruz, na alegria de poder pagar um alto preço só para te ter de volta em seus braços. 

      O que Ele quer de você? Quer tua vida nas mãos dele, para poder cuidar de você, te proteger, fazer de você propriedade exclusiva dele, e de mais ninguém. 

Cantares 4:12 – “Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.

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